Bem-vindo ao Esporteverso! Abrindo os trabalhos do Grupo D da Copa do Mundo de 2026, os holofotes se voltam para um dos anfitriões do torneio: os Estados Unidos. O “soccer” cresceu, a MLS se fortaleceu, e a atual seleção americana é amplamente considerada a mais talentosa já formada pelo país.
Com grande parte do elenco atuando nos principais clubes da Europa, os donos da casa carregam não apenas a empolgação de sua torcida, mas a real expectativa de provar que podem bater de frente com a elite mundial.
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O Grupo D
Estados Unidos
Austrália
Paraguai
Turquia
Resumo Histórico
A melhor campanha da história dos Estados Unidos em Copas do Mundo ocorreu na primeira edição, em 1930, quando alcançaram as semifinais. Na era moderna, o grande momento foi em 2002, chegando às quartas de final.
Nas últimas participações (2010, 2014 e 2022), a equipe se acostumou a passar da fase de grupos, mas acabou esbarrando nas oitavas de final. Jogar o Mundial em casa pela segunda vez (a primeira foi em 1994) é o cenário ideal para romper essa barreira do primeiro mata-mata e tentar ir mais longe.
EUA querem fazer história dentro de casa – Foto: Reprodução CNN
O que esperar em 2026
Os Estados Unidos chegam com uma equipe extremamente atlética, dinâmica e com transições ofensivas muito rápidas. A espinha dorsal do time joga junta há um bom tempo, o que garante um entrosamento afiado.
O estilo de jogo baseia-se em pressão na saída de bola adversária e muita velocidade pelos lados do campo.
O grande desafio, no entanto, será o aspecto mental: lidar com a gigantesca pressão da mídia e da torcida local, além de furar defesas mais fechadas e experientes, típicas de torneios de tiro curto.
Os Caras
Christian Pulisic: O “Capitão América”. O atacante do Milan é o termômetro do time e o jogador mais midiático do país. Sua capacidade de drible, visão de jogo e poder de decisão o colocam como a principal esperança ofensiva para desequilibrar as partidas.
Weston McKennie: O motor do meio-campo. Peça fundamental no esquema tático, o jogador da Juventus traz intensidade, força física e chegada surpresa ao ataque. É ele quem dita o ritmo da marcação e pisa na área para finalizar.
Folarin Balogun: O homem-gol. O centroavante resolveu o antigo problema da seleção estadunidense na posição de camisa 9. Rápido e letal dentro da área, ele é o encarregado de transformar as chances criadas em gols decisivos.
Folarin Balogun, o artilheiro dos EUA – Foto: Reprodução ogol.com.br
Previsão
Os Estados Unidos entram no Grupo D como cabeças de chave e francos favoritos para avançar na primeira colocação. Jogando com o apoio maciço das arquibancadas, a equipe tem superioridade técnica para se impor sobre Austrália, Paraguai e Turquia.
O objetivo mínimo exigido pela torcida e pela federação é alcançar as quartas de final, transformando a pressão de ser sede no combustível necessário para fazer uma campanha histórica.