Futebol
Guia da Copa 2026: Catar busca provar que amadureceu no cenário mundial
Catar encara o desafio de jogar fora de casa dessa vez; asiáticos apostam no entrosamento para surpreender Canadá, Bósnia e Suíça
Bem-vindo ao Esporteverso! Seguimos com o nosso Guia da Copa do Mundo de 2026. Hoje, analisamos o Catar. Após uma estreia nervosa em 2022 jogando sob seus domínios, os “Maroons” chegam à América do Norte com um elenco muito mais experiente e sob o rótulo de atuais bicampeões da Copa da Ásia.
É uma equipe que joga junta há anos e que pode ser a grande pedra no sapato das seleções ocidentais neste grupo.
Veja também:
O Grupo B
- Canadá
- Bósnia e Herzegovina
- Catar
- Suíça
Resumo Histórico
A trajetória do Catar em Mundiais ainda é muito recente. O país estreou em 2022 quando sediou a competição e onde pagou o preço da inexperiência e acabou eliminado com três derrotas.
No entanto, o fracasso no Mundial não refletiu o domínio continental: o país conquistou a Ásia em 2019 e 2023, batendo gigantes como Japão e Coreia do Sul.
Participar da Copa de 2026 através das Eliminatórias legítimas deu à seleção a confiança necessária para mostrar que o projeto de futebol do país é sólido e não depende apenas de investimentos financeiros.
O que esperar em 2026
O Catar é uma seleção que joga de forma reativa e extremamente organizada. A equipe não se importa em ter menos posse de bola, focando em um sistema defensivo de cinco homens que fecha espaços com precisão.
A grande arma dos cataris é a transição rápida, quase sempre buscando passes longos para seus dois atacantes de elite. É um time que conhece seus limites e joga de forma pragmática, sendo muito perigoso em contra-ataques e lances de bola parada.
Os Caras
- Akram Afif: O cérebro do time. Eleito o melhor jogador da Ásia, o atacante do Al-Sadd é um dos jogadores mais talentosos fora do eixo europeu. Sua visão de jogo periférica e capacidade de drible curto são as chaves para desequilibrar as defesas adversárias.
- Almoez Ali: O homem-gol. Artilheiro histórico da seleção, ele é o finalizador nato. Com muita velocidade e força física para ganhar dos zagueiros no corpo, Almoez é o destino final de quase todas as jogadas de perigo do Catar.
- Meshaal Barsham: O paredão. O goleiro se tornou o herói do bicampeonato asiático com defesas espetaculares. Em um torneio onde o Catar deve ser muito pressionado, sua agilidade debaixo das traves será testada ao máximo.
Previsão
O Catar entra no Grupo B como o “azarão” teórico, mas com potencial de zebra. A disputa contra a Bósnia e o Canadá será feroz. A expectativa é que o Catar consiga somar seus primeiros pontos em Copas e brigar pela vaga nos 16 avos de final como um dos melhores terceiros colocados.
Se conseguirem segurar o ímpeto dos anfitriões na estreia, podem embolar completamente a classificação do grupo.
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