Bem-vindo ao Esporteverso! Chegamos ao fim da análise do primeiro grupo da Copa do Mundo de 2026. Hoje, o nosso foco é a Tchéquia. Conhecida por sua resiliência e por ser uma equipe taticamente muito sólida, a seleção tcheca chega ao torneio como uma das forças europeias capazes de complicar a vida dos favoritos através de um futebol físico e eficiente.
Veja também:
O Grupo A
México
África do Sul
Coreia do Sul
Tchéquia
Resumo Histórico
Desde a separação da antiga Tchecoslováquia (que foi vice-campeã mundial em 1934 e 1962), a seleção da Tchéquia busca retomar o protagonismo global. Esta é a segunda participação do país como nação independente em um Mundial, sendo que a primeira ocorreu em 2006.
No entanto, o histórico recente em Eurocopas mostra que os tchecos sabem jogar torneios de tiro curto, sendo figurinha carimbada nas fases finais continentais e sempre apresentando uma defesa difícil de ser batida.
Seleção eliminou a Dinamarca nos pênaltis para ir à Copa – Foto: David W Cerny/Reuters
O que esperar em 2026
A equipe atual é caracterizada por um jogo direto e de muita força nas bolas paradas. Com uma média de altura elevada, a seleção tcheca utiliza muito bem o pivô e as chegadas dos meias na área adversária.
É uma equipe que não abdica da organização defensiva e que costuma punir erros de saída de bola com contra-ataques precisos. O grande desafio em um grupo com equipes tão velozes, como a Coreia do Sul, será manter a compactação sem oferecer espaços nas costas da zaga.
Os Caras
Patrik Schick: O matador. O atacante do Bayer Leverkusen é a grande esperança de gols da seleção. Com uma capacidade técnica refinada para finalizar tanto de pé esquerdo quanto de cabeça, Schick é o centro das atenções de qualquer sistema defensivo que enfrentar os tchecos.
Tomas Soucek: O pulmão da equipe. O volante e capitão, que brilha na Premier League pelo West Ham, é fundamental tanto na proteção da zaga quanto na chegada surpresa ao ataque. Sua presença física no meio-campo dita o tom da agressividade da equipe.
Adam Hlozek: A versatilidade ofensiva. Jogador do Hoffenheim, o jovem atacante oferece drible e velocidade, sendo o complemento ideal para Schick. Sua capacidade de atuar pelos lados ou centralizado confere ao time uma variação tática importante.
Tomas Soucek, o capitão e líder – Foto: Reprodução
Previsão
A Tchéquia entra no torneio com o rótulo de equipe equilibrada. Em um grupo onde o equilíbrio é a tônica, os europeus devem lutar ponto a ponto pela classificação. A expectativa realista é que consigam avançar para os 16 avos de final, apoiados na sua solidez defensiva e na letalidade de seus atacantes.
Caso consigam impor seu jogo físico contra os adversários mais leves do grupo, podem surpreender no mata-mata.