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Apaixonado e de volta ao Tour, Gabriel Medina mira o tetra para impressionar namorada: “Gosto de me exibir”

O maior nome da história do surfe brasileiro está de volta ao jogo. Após passar a temporada de 2025 inteira longe das competições oficiais para se recuperar de uma cirurgia no ombro esquerdo, Gabriel Medina retorna ao Championship Tour (CT) da WSL com sangue nos olhos.

Aos 32 anos, o tricampeão mundial e medalhista olímpico fará sua reestreia na próxima terça-feira (31), nas clássicas direitas de Bells Beach, na Austrália. Mas, além da saudade de vestir a lycra, o brasileiro revelou um combustível extra para buscar as vitórias em 2026: o coração.

Amor como combustível e a meta de Gabriel Medina

Em entrevista ao Esporte Espetacular, Medina abriu o jogo sobre a paz de espírito que encontrou durante o período de recuperação, impulsionada pelo namoro com a influenciadora Isabella Arantes, iniciado em agosto do ano passado.

Eu estou namorando, estou amarradão, e isso é um ponto positivo pra mim. Na verdade, a vida é sobre isso, né? A gente estar feliz independentemente do que aconteça. (…) O Gabriel apaixonado… É que eu gosto de me exibir para minha namorada, né? Então, eu vou dar trabalho“, brincou o surfista.

Garantido na elite de 2026 através de um convite (wildcard) da WSL destinado a atletas lesionados, Medina agora é treinado por Adriano de Souza, o Mineirinho. A meta da nova parceria é clara: o tetracampeonato mundial.

Se conquistar o quarto caneco, Medina igualará o australiano Mark Richards (campeão entre 1979 e 1982), ficando atrás apenas da lenda Kelly Slater, dono de 11 títulos mundiais.

O quarto é um título que eu quero. Não tem muita gente que tem quatro títulos mundiais. E acima disso só o Kelly. Então, eu penso em vencer mais títulos e claro que eu gosto de pensar passo a passo“, explicou.

O fim do WSL Finals e o formato “justo”

A temporada 2026 marca uma grande mudança na WSL: o fim do polêmico “WSL Finals” (decisão em um único dia com os cinco melhores) e a volta do campeão definido por pontos corridos ao longo das 12 etapas do ano. O calendário terá seu encerramento na lendária onda de Pipeline, no Havaí.

Dono de três títulos (dois nos pontos corridos e um no formato Finals), Gabriel Medina elogiou a decisão da entidade:

“Eu acho que essa mudança foi essencial, na verdade. Eu acho que é o mais justo, porque é muito difícil você ser constante o ano inteiro, né? (…) Do jeito que era o formato antes, eu achava menos justo. Quem fizer mais pontos no final ganhar, é melhor e mais justo.”

Gabriel Medina dá entrevista ao Esporte Espetacular, na piscina de ondas dele, em SP — Foto: David Abramvezt

O esquadrão da “Brazilian Storm” em 2026

Gabriel Medina não estará sozinho na busca pelo topo do mundo. A delegação brasileira segue com força máxima e maioria no circuito masculino. Além dele, o Brasil será representado na elite por:

  • Yago Dora (Atual campeão mundial)
  • Italo Ferreira (Campeão olímpico e mundial)
  • Filipe Toledo (Bicampeão mundial)
  • João Chianca
  • Miguel Pupo
  • Samuel Pupo
  • Alejo Muniz
  • Mateus Herdy
  • Luana Silva (Chave feminina)
Gabriel Medina dá aéreo durante o Medina Surf Fest, em São Paulo — Foto: Reprodução/@gabrielmedina

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